Vasco Duarte Abranches é Compositor, Fotógrafo, Multi-Instrumentista, Realizador de Videoclipes e Curtas-Metragens.
Aos 13 anos recebeu a sua primeira máquina fotográfica de presente de uns amigos dos seus pais e nesse verão captou as férias a preto e branco. Aos 15 anos revelava fotografias em casa, em noites sem dormir. Com a sua Yashica Electro 35, que comprou mais tarde na feira da ladra numa manhã com a sua irmã e dois amigos, fez muitos retratos lindos a preto e branco e consequentemente (ou inconsequentemente) foi algumas vezes para as aulas sem dormir, muito desatento para as aulas de matemática. A Criatividade impunha-se à racionalidade, a Vida e a Alegria estavam na criação, não na razão. Nessa altura questionou se iria para Cinema, Filosofia ou Música, iriam bifurcar-se esses caminhos mais tarde, em labirintos de prazer criativo infinitos.
” A minha Educação foi interrompida pelo período escolar” Chesterton dixit
Colaborou como Músico com o Teatro da Cornucópia e Produções Próspero. Estudou na Escola Superior de Música de Lisboa, com Pinero Nagy, António Jorge Gonçalves, Vasco Pearce de Azevedo, Sérgio Azevedo e Nuno Inácio. Iniciou os seus estudos com Walter Lopes. Sofia Sequeira, João Pedro Duarte e Carlos Gutkin. Laura Young, Dejan Ivanovic, Hopkinson Smith, Eduardo Isaac, Flores Chaviano foram Mestres em Masterclasses e aulas particulares que realizou. Vasco Duarte Abranches tem-se dedicado à composição de peças para guitarra, ensembles de guitarra, canções e peças instrumentais com formações diversas. A sua Música toca em diversas Rádios, tendo apresentado o seu trabalho em diferentes programas, tais como na Antena 2 e na Rádio Clube Sintra. Adaptou uma Cancão de Ângelo Vieira de Araújo “Contos velhinhos” para a Pianista Olga Prats e o Fadista Mico da Câmara Pereira.
“Esboço de um Tema” é o seu primeiro CD com música de sua autoria. “Homenagem à Guitarra” o segundo CD e o Terceiro Disco “Caminho Violeta” publicado em 18 de Abril de 2023 celebrando o nascimento da sua Filha Violeta.
Tem duas curtas metragens publicadas, a mais importante: “ O Homem que era Cinema” a partir de um conto que escreveu aos 19 anos, num Universo de Sonho Criativo-Filosófico em que questiona a Consciência e o próprio Tempo: Um homem que vive encerrado na sua memória, “…no seu próprio sonho ou no de outros homens que o sonharam ?” Estreia o seu terceiro filme no dia 10 de Novembro, a curta-metragem “Nós, Mães” a partir de um Poema de Margarida Roque Pereira.
